Sai nos dias de maior fluxo

terça-feira, outubro 21, 2003

Solidariedade

A crise económica que devasta o nosso amado país teima em não deixar nenhum empresário proliferar o seu negócio. Agora que em Bragança, que é um dos distritos mais pobres de Portugal e das zonas mais pobres da Europa, existia um negócio que ia de vento em poupa que empregava cerca de 300 mulheres tá em risco de fechar. Para alguém como eu que defende a mulher, a sua emancipação, a integração destas no mercado de trabalho, fiquei triste ao ver que Cajó e alguns dos seus pares foram presos e as suas empresas fechadas. Falam em ilegalidades e em tráfego de mulheres. Isso já não existe num país como o nosso, pertencente à elite da Europa.
Portugal tá de facto de fio dental e quando alguém tão inteligente como um chulo (Cajó), pega na dica do nosso querido Durão e a aplica numa empresa, que álem de dar prazer aos seus compatriotas tráz estrangeiros ao nosso país, é preso, algo está mal. Assim nunca mais saímos da crise. Prender um homem de bem e algumas garotas que só queriam trabalhar é triste. Mais, deixa-me profundamente indignado.
Peço neste espaço de discussão pública o favor de não cortarem as pernas a pessoas que só querem que este país avance e saia das trevas onde está enfiado.
Um abraço Cajó e estou contigo na tua inocência.



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