Sai nos dias de maior fluxo

segunda-feira, novembro 10, 2003

A inauguração da discórdia

Uma série de articulistas de renome do Expresso vieram á praça pública insurgir-se com o facto de Pinto da Costa não ter convidado Bosco Mota Amaral (de acordo com o protocolo, Bosco é a segunda figura de Estado logo a seguir a Sampaio) para a inauguração do Estádio do Dragoun.
Devo admitir que não sou um grande fã do estilo arrogante, com tiques de provincianismo de Pinto da Costa, mas desta vez ele tem razão.
Bosco é uma figura que envergonha a política nacional e cuja ambição sem limites não augura nada de bom para o futuro deste nosso querido país.
Se ele conseguiu atingir a presidência da assembleia, porque não convidar Batatinha ou mesmo Companhia para desempenhar outros cargos de relevo no panorama nacional? Se há espaço para um palhaço certamente poderemos encaixar mais dois ou três.
Mas Pinto da Costa graças ao serviços prestáveis da agente Anabela, e á custa de mil perigos, conseguiu descortinar que Bosco Amaral quer de facto utilizar a inauguração para outros intentos. Quer utilizar a inauguração do Estádio do Dragoun para intentos políticos individuais, usando esta ocasião de grande visibilidade regional (porque o resto do país está se cagando™ (Ferro Rodrigues) para o acontecimento), para lançar a sua candidatura para a presidência do Chapitô (cargo de maior prestígio e influência), apoiado por um forte lobby constituido por Nuno Melo, Manuel Cambra, Diogo Feio e Paulo Portas.
Por isso continua firme e hirto Pinto da Costa, porque graças á tua conduta conseguimos desmascarar esta conspiração de contornos gravíssimos para a nossa nação.



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