Sai nos dias de maior fluxo

terça-feira, novembro 11, 2003

Carlos, Príncipe de Ga(y)les

Os tablóides ingleses andam em polvorosa. Existem sérias dúvidas acerca da sexualidade do príncipe Carlos.
A conclusão foi obtida depois de uma apurada investigação protagonizada por jornalistas lusos e britânicos. Eis a história de contornos dramáticos.
Depois da desilusão por ter sido preterido pelo Príncipe herdeiro espanhol Felipe de Bourbon, Paulo Portas opta por uma nova estratégia para alcançar mais poder, influência e protagonismo. Ambicioso, congemina uma nova etapa na esfriada relação entre os outrora grandes aliados Portugal e Grã-Bretanha.
Paulo Portas, grande diva da sociedade portuguesa não tem dificuldade em conseguir entrar no restrito círculo de convivas da corte Britânica. Calculista, usa todo o seu charme em Carlos, sabendo que aquele homossexual não assumido não resistiria á sua graça e porte invejável. Portas é considerado justamente como uma lufada de ar fresco por toda a realeza britânica. Toda, menos a rainha Isabel que não aprova a cumplicidade evidente entre o casal. Isabel não aprova a relação com Portas por causa das implicações que esse relacionamento poderia ter nas relações entre os dois países e respectivas familias reais (D. Duarte não escondia a inveja). Receosa por causa da ambição desmedida de Portas, a Rainha utiliza os serviços do Mi6 para procurar destruir a relação de Portas com o seu filho. Esta organização manda uma das suas agentes mais reputadas e formosas, Camila Parker Bowles. Esta agente era a arma mais adequada para esta situação já que é a mulher que mais se assemelha com um homem a nível mundial. Assim esta era a melhor maneira de não ferir tantas susceptibilidades. O problema é que as mulheres inglesas (mesmo as mais masculinas) não são conhecidas propriamente pela sua beleza, e Camila falha os seus intentos perante o glamour de Portas.
Perante o fracasso deste audaz plano, a rainha Isabel resolve activar o plano de contingência para catástrofes iminentes. Assina a sentença de “morte” de Portas, e tenta implicar o nosso ministro nos escândalos da Universidade Moderna e Casa Pia. Incriminar Portas em situações gravosas era a melhor maneira de separar os dois amantes. O que a rainha não contava era com a justiça cá do burgo que ilibou Paulo Portas no caso da Moderna com uma investigação displicente, e que substituiu habilmente o mesmo por Carlos Cruz (apenas um bode expiatório) no processo Casa Pia.
Portas, mais uma vez, como num dos seus inúmeros sucessos cinematográficos consegue escapar e prepara-se para prosseguir com os seus maléficos intentos.
Mas com o divulgar da notícia acerca da homossexualidade do Príncipe de Gales e as respectivas repercussões, Portas teve de controlar os seus ímpetos e por enquanto tenta disfarçar esta tenebrosa situação, tendo um relacionamento falso com Cinha Jardim e brincando aos Ministérios, sendo Ministro da Defesa deste país.

Aguardam-se novos desenvolvimentos.



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